Corre, corre e corre.
Tempo, minutos, segundos.
Oras, horas,bolas.
Sem nexo, conexo, há nexo.
Vai vendo.
Vai vindo.
Vence, vencido,vagando.
Crescendo, jogando, vivendo.
Passando horas, oras.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Tiempo
Eu não me canso de dizer.
O tempo não vai parar.
O relógio pode quebrar.E o sino não tocar.
O avião não voar.A luz não acender.
A sua boca não abrir e o carro não andar.
O mundo vai mover.
O coração não vai bater e o cérebro pensar.
Você está morrendo.
Não há tempo pra saber.
Que tudo que viveste , nunca mais irá viver.
O tempo não vai parar.
O relógio pode quebrar.E o sino não tocar.
O avião não voar.A luz não acender.
A sua boca não abrir e o carro não andar.
O mundo vai mover.
O coração não vai bater e o cérebro pensar.
Você está morrendo.
Não há tempo pra saber.
Que tudo que viveste , nunca mais irá viver.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Há nexo
Nem tudo que se lê tem nexo.
O que se escreve não tem sentido.
Os sentimentos já não existem mais.
Não existe verdade.
Não existe mentira.
Se não entende o que está escrito.
Não tente.Não force.Aposte grana.
Valores creditam seu carater.
Se você tem 100 , você está bem.
Com 1 milhão pode perder a noção.
Se nada tem , nada és.
Com sorte ou revés.
Há nexo .
Sem nexo.
Com nexo.
O que se escreve não tem sentido.
Os sentimentos já não existem mais.
Não existe verdade.
Não existe mentira.
Se não entende o que está escrito.
Não tente.Não force.Aposte grana.
Valores creditam seu carater.
Se você tem 100 , você está bem.
Com 1 milhão pode perder a noção.
Se nada tem , nada és.
Com sorte ou revés.
Há nexo .
Sem nexo.
Com nexo.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
ABCdário
As aparências assombram algumas almas.
Benfeitores buscam bondades.
Cantores cantam canções cosmopolitas.
Deixando dores, desafetos, desavenças.
Demônios.
Ecoam, escolhendo etnias. Eternizando espécies e explodindo espaços.
Finalizando o futuro.
Fogo, favela, fome.
Guerras, guerrilhas ganham o globo. Globalizando grupos.
Humano hospitaliza humano.
Idiotas.
Julgam se justos, jaz a justiça.
Latinos limpam latrinas.
Loucos lutam.
Miséria mata a maioria.
Merda.
Ninguém nota.
Ócio.
Paixões perdidas.
Quantidades.
Roubadas reforçam riscos.
Salvando senhores sofridos.
Totalizando temores.
Usurpadores.
Visitam.
Xadrez.
Zombando...
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Carta
Meu caro amigo.
Não gosto de ver você deprê.
Nesse mundo injusto.
Eu posso ver o que você vê.
Eu sei.
Ninguém consegue mais pensar.
Num mundo teleguiado por um tubo que projeta imagens.
Mas o que eu quero te dizer, meu camarada.
É para você não ficar deprê.
Eu sei que é difícil.Inútil.
Pra quem consegue enxergar.
Viver assim nessa sociedade tão fútil.
Até a nossa alegria, eles tentam roubar.
A minha raiva aparece quando os vejo falar.
Traidores.
Jogadores.
Tentam nos enganar.Sinceramente.
Nunca vão nos calar.
Não gosto de ver você deprê.
Nesse mundo injusto.
Eu posso ver o que você vê.
Eu sei.
Ninguém consegue mais pensar.
Num mundo teleguiado por um tubo que projeta imagens.
Mas o que eu quero te dizer, meu camarada.
É para você não ficar deprê.
Eu sei que é difícil.Inútil.
Pra quem consegue enxergar.
Viver assim nessa sociedade tão fútil.
Até a nossa alegria, eles tentam roubar.
A minha raiva aparece quando os vejo falar.
Traidores.
Jogadores.
Tentam nos enganar.Sinceramente.
Nunca vão nos calar.
Cegue-se
Manhã de sol.
Reluz a claridade.
Mostra.Amostra do céu.
Belo. Pintado em óleo.
Abstrato.
O artista.
Nunca viu.
Apenas sentiu.
Um mistério.
Intriga a sociedade.
Que necessita tanto de viver.
E já está morta.
Cego.Aos berros.
Ninguém vê.Ninguém sente.
Todos fingem.
Reluz a claridade.
Mostra.Amostra do céu.
Belo. Pintado em óleo.
Abstrato.
O artista.
Nunca viu.
Apenas sentiu.
Um mistério.
Intriga a sociedade.
Que necessita tanto de viver.
E já está morta.
Cego.Aos berros.
Ninguém vê.Ninguém sente.
Todos fingem.
sábado, 3 de janeiro de 2009
Socialmente falando.
Entre um copo e outro.
Palavras lançadas ao vento.
Entre um trago e outro.
A morte rodeia um assunto.
A fumaça solta no ar.
É a mesma que mata.Não você.Mas quem trabalha pelo seu prazer ilícito.
É hipocrisia pensar no aquecimento global,na fome da África ou na devastação capitalista e não pensar na violência gerada por algumas horinhas de prazer.
Não que eu tenha pensando assim a minha vida inteira.Não que eu concorde plenamente.
É uma maneira nova de pensar.
Entre um copo e outro.
Surge o egoísmo social.
Com a fumaça solta no ar.
Palavras lançadas ao vento.
Entre um trago e outro.
A morte rodeia um assunto.
A fumaça solta no ar.
É a mesma que mata.Não você.Mas quem trabalha pelo seu prazer ilícito.
É hipocrisia pensar no aquecimento global,na fome da África ou na devastação capitalista e não pensar na violência gerada por algumas horinhas de prazer.
Não que eu tenha pensando assim a minha vida inteira.Não que eu concorde plenamente.
É uma maneira nova de pensar.
Entre um copo e outro.
Surge o egoísmo social.
Com a fumaça solta no ar.
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