Nada que se sente é real.
A imaginação que se tem é certa.
Incerto é o destino.
Assusta e destroi.
O amor é real e ilusório.
Posso voar sem asas.
Sofrer sem motivos.
Gritar!
Descabelar!
Nada é tão serio.
Sereno .
É lindo.
É amar sem medo.
Viver.
Feliz.
Com ela.
Só ela.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Falsos Valores
Os falsos sorrisos embelezam uma face.
Capitalistas riem as portas fechadas.
Não esboçam reações.
Gargalham da miséria, da fome e da cor.
Vomitam dinheiro.
Contradições no ar.
Falsa beleza.
Não existe beleza.
Sentimentos aflorados.
Sem rancor.
Capitalistas são egoístas.
Esquecem do povo.
Preferem seu ego à seu valor.
Orgulho às sensações.
Dinheiro à vida.
Estão mortos, sorrindo.
Capitalistas riem as portas fechadas.
Não esboçam reações.
Gargalham da miséria, da fome e da cor.
Vomitam dinheiro.
Contradições no ar.
Falsa beleza.
Não existe beleza.
Sentimentos aflorados.
Sem rancor.
Capitalistas são egoístas.
Esquecem do povo.
Preferem seu ego à seu valor.
Orgulho às sensações.
Dinheiro à vida.
Estão mortos, sorrindo.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
A terra canaria.
Entre mar e céu.
O verde exalta a mais bela imagem.
Entre o sol e a chuva.
O cinza surge e a bela imagem continua.
Qual o caminho mais curto?
Para qual direção está o vento?
A palmeira balança.
Em terras canárias.
Onde não existe rei.
Onde a terra não é de ninguém.
Que elegância meu país.
Um povo amargurado, sempre maltratado.
Com sorriso na face e vontade vencer.
Nos falta saúde.
Nos sobra amor.
Esse é meu país!
Sofrido e desejado.
Com muita fé e esperança.
Enquanto o sol reinar.
Nessa terra sem lei.
Terra de ninguém.
O verde exalta a mais bela imagem.
Entre o sol e a chuva.
O cinza surge e a bela imagem continua.
Qual o caminho mais curto?
Para qual direção está o vento?
A palmeira balança.
Em terras canárias.
Onde não existe rei.
Onde a terra não é de ninguém.
Que elegância meu país.
Um povo amargurado, sempre maltratado.
Com sorriso na face e vontade vencer.
Nos falta saúde.
Nos sobra amor.
Esse é meu país!
Sofrido e desejado.
Com muita fé e esperança.
Enquanto o sol reinar.
Nessa terra sem lei.
Terra de ninguém.
Paleolitico
O tempo não pode parar.
O final está chegando.
E nada vai mudar.
Quem roubou está solto.
Quem matou está livre.
E tudo vai parar.
Extintos dinossauros comandam a nação.
E tudo está igual.
Do mesmo jeito que você deixou.
Do mesmo jeito que nasceu.
E vai morrer.
Igual.
Do mesmo jeito.
Vovô controla a nação.
Assombram um povo.
E tudo continua igual.
Não sabem de nada.
Falta instrução.
Tudo desigual, mas parece tão igual que nada mudou.Ladrões roubam em plena luz do dia e você assiste a tudo sentado no sofá.
Sorrindo pra não chorar.
Ancestrais dominam a nação.
Gaguejando e esquecendo.
Do mesmo jeito.
Igualzinho.
E você no sofá.
Sorrindo amarelo.
Bebendo cerveja.
Sem graça , sem força.
O final está chegando.
E nada vai mudar.
Quem roubou está solto.
Quem matou está livre.
E tudo vai parar.
Extintos dinossauros comandam a nação.
E tudo está igual.
Do mesmo jeito que você deixou.
Do mesmo jeito que nasceu.
E vai morrer.
Igual.
Do mesmo jeito.
Vovô controla a nação.
Assombram um povo.
E tudo continua igual.
Não sabem de nada.
Falta instrução.
Tudo desigual, mas parece tão igual que nada mudou.Ladrões roubam em plena luz do dia e você assiste a tudo sentado no sofá.
Sorrindo pra não chorar.
Ancestrais dominam a nação.
Gaguejando e esquecendo.
Do mesmo jeito.
Igualzinho.
E você no sofá.
Sorrindo amarelo.
Bebendo cerveja.
Sem graça , sem força.
sábado, 13 de junho de 2009
Andanças
Infeliz mente sem perdão.
Para poder se salvar não existe compaixão.
Essa gente faz cara feia, trabalha sem parar, sem tempo para relaxar.
Há lugar nesse vagão.Chega mais pra lá, irmão.
Tem gente sofrida, que se mata por um pão.
Trabalha , trabalha lembrando a escravidão.
É uma democracia legal, sem papel.
Tem neguinho ralando para pagar seu aluguel.
Tem gente demais.Isso é na ida , de manhã.
Na volta é bem mais, apertando não sai do lugar.
Você olha pro lado sem mexer, já não consegue se mover.
Há branco, negro , rosa , azul é "todo tipo de tudo".
Jovens viciados em coca ai na sua frente. Escandalizam, gritam , perturbam.
Vagando por ai , num vagão. Democrático...
Para poder se salvar não existe compaixão.
Essa gente faz cara feia, trabalha sem parar, sem tempo para relaxar.
Há lugar nesse vagão.Chega mais pra lá, irmão.
Tem gente sofrida, que se mata por um pão.
Trabalha , trabalha lembrando a escravidão.
É uma democracia legal, sem papel.
Tem neguinho ralando para pagar seu aluguel.
Tem gente demais.Isso é na ida , de manhã.
Na volta é bem mais, apertando não sai do lugar.
Você olha pro lado sem mexer, já não consegue se mover.
Há branco, negro , rosa , azul é "todo tipo de tudo".
Jovens viciados em coca ai na sua frente. Escandalizam, gritam , perturbam.
Vagando por ai , num vagão. Democrático...
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Gerúndio
Corre, corre e corre.
Tempo, minutos, segundos.
Oras, horas,bolas.
Sem nexo, conexo, há nexo.
Vai vendo.
Vai vindo.
Vence, vencido,vagando.
Crescendo, jogando, vivendo.
Passando horas, oras.
Tempo, minutos, segundos.
Oras, horas,bolas.
Sem nexo, conexo, há nexo.
Vai vendo.
Vai vindo.
Vence, vencido,vagando.
Crescendo, jogando, vivendo.
Passando horas, oras.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Tiempo
Eu não me canso de dizer.
O tempo não vai parar.
O relógio pode quebrar.E o sino não tocar.
O avião não voar.A luz não acender.
A sua boca não abrir e o carro não andar.
O mundo vai mover.
O coração não vai bater e o cérebro pensar.
Você está morrendo.
Não há tempo pra saber.
Que tudo que viveste , nunca mais irá viver.
O tempo não vai parar.
O relógio pode quebrar.E o sino não tocar.
O avião não voar.A luz não acender.
A sua boca não abrir e o carro não andar.
O mundo vai mover.
O coração não vai bater e o cérebro pensar.
Você está morrendo.
Não há tempo pra saber.
Que tudo que viveste , nunca mais irá viver.
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